Este blog é destinado a mostrar um pouco do meu trabalho em patchwork, patchwork embutido,ponto cruz, bordado livre, pintura em mdf, vidros....e o que mais a imaginação mandar. Se você gostar do meu trabalho entre em contato e faça sua encomenda.Beijinhos, tchau. danipaesdealmeida@gmail.com

quinta-feira, 24 de março de 2011

Se eu não dei sorte eu dei....? Risada

No final do ano passado cortei uma franjinha reta, depois de décadas de cabelo inteiro e amei, e todos amaram, semana passada fui aparar a franja, direto da porta da escola, deixei o baixinho lá e fui, a mãe de um coleguinha me desejou sorte. Sorte? Hummm, arrepio, pressentimento...deixa de bobeira.
Chegando lá o cabelereiro ( cabelereira? ), vem saltitante em minha direção, soltando purpurinas e gritinhos pelo ar, em seu salto agulha. Sentei e fui logo avisando:
-Franja reta, não muito curta, não importa ter que cortar de 15 em 15 dias.
Fechei meus olhinhos e tchiii tchiii da água, veio o roc roc da tesoura e ai meu Deus, isso é barulho de navalha, moço, moça como eu chamo essa pessoa, cacete? Olha, isso olha tá bom, olha, eu não quero navalhado, eu quero reto, e ele/ela começou o blábláblá dos cabelos modernos e eu pensando - por favor não fale aquela palavra, e blábláblá, por favor, por favor, blábláblá DESCONECTADO.
Ele falou, falou, abri os olhos e a primeira coisa que vi foi o olhar de piedade da manicure, quando virei para o espelho, minha franja estava em ZIG-ZAG. Eu fiz um bico, pensei que ia chorar, a criatura ainda pergunta:
- E então? Eu só consegui resmungar um: - Eu queria reto.
Você quer saber a resposta, né? Ele deu uma sacudidinha na minha franja como fazemos com os poodles e falou: - Não, fofa, assim que está na moda. E se foi...saltitante e purpurinada.
A coisa estava tão ruim que a manicure conseguiu um grampinho clandestino para eu poder ir embora.
Na hora de buscar o baixinho na escola minha amiga olhou estranho para o grampinho, e eu fui logo falando: - Pois é, eu não tive sorte.
O marido chega em casa e logo fala da franjinha, eu coloquei as mãos no rosto, me escondendo. Aí sim, ele arrepiou: - Que esmalte é esse? ( eu só uso renda )
Saí correndo pela casa, gritando:
- É rosa chiclete, rosa chicleeeete, rosa CHICLEEEEETE, meu mundo acabou, minha franja é minúscula, mastigada por um boi e minha unha é rosa chiclete!!!
Claro que caímos na gargalhada, ele odiou o esmalte, não deu a mínima bola para a franja e eu e o rosa chiclete, que eu odiei inicialmente, agora vivemos um caso de amor.
Quanto a borboleta purpurinada eu só tenho que agradecer, pois morri de rir com minhas amigas, meu marido, minha irmã...gargalhadas são sempre bem vindas, mas se você não quer passar por isso, fuja da combinação:
Tesoura, purpurina e salto agulha, kkkkkkkk
Bom, agora eu vou arrumar as malas para rir do meu cabelo lá em Minas, e você, já foi atacada por uma borboleta fashionista? Conta aí, vamos rir juntas.
Beijo, tchau.
Dani

2 comentários:

  1. Muito legal teu blog, gostei de tudo. Já me tornei seguidora, aguardo sua visita no meu blog, eu sou a Nivia do blog tecidinho. Sucesso e felicidades!

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  2. Oi Dani qt tempo hein!!!!Adorei a história da franja...tu continua a mesma ....teu talento é incrível...a Pri me contou do teus filhos eu tenho 4 e ainda faço artezanato..pode!!!Me manda teu imail,no meu orkut tu vai conhecer toda a mimha família é jake kolling Beijos!!!

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